Garganta Profunda, um mistério real

Posted Agosto 1, 2008 by André Lima
Categories: Conspirações, Verdadeiros Arquivos X

Pistoleiros Solitários“Garganta Profunda”(Deep Throat), apelido que ironicamente Mulder dá ao seu principal “informante” no primeiro ano de “Arquivo X”, era também como os jornalistas Carl Bernstein e Bob Woodward chamavam sua principal fonte de informação na revelação e cobertura de Watergate. Em 2005, a revista Vanity Fair revelou que o verdadeiro “Garganta Profunda” foi Mark Felt, que, acreditem, nada mais era do que diretor-assistente do FBI. O uso do mesmo apelido para um informante que mostra as mentiras governamentais em “Arquivo X” não só revela a influência que Watergate teve sobre Chris Carter, criador da série, como também reforça no imaginário dos espectadores que conspirações governamentais têm acontecido prá valer na vida real.

Fonte:
UOL Notícias

Wikipedia

Nasa diz que lua de Saturno tem lago líquido

Posted Julho 31, 2008 by André Lima
Categories: Notícias

NewsRIO – Dados obtidos pela sonda Cassini, da Nasa e da Agência Espacial Européia (ESA), confirmam que Titã, uma das luas de Saturno, tem um lago próximo ao pólo sul. Com isso, Titã torna-se o primeiro corpo do Sistema Solar, além da Terra, onde se comprova a presença de uma massa líquida na superfície. O lago de Titã, no entanto, não é de água, mas de etano – um hidrocarboneto, como o metano – misturado a nitrogênio e outros materiais orgânicos.

Antes da investigação da Cassini, cientistas pensavam que Titã teria um oceano global de metano, etano e outros hidrocarbonetos leves. Porém, mais de 40 imagens fornecidas pela sonda, a partir de seus instrumentos, identificaram diferentes substâncias químicas – baseadas na maneira como eles absorvem e refletem raios infravermelhos.

Durante décadas, cientistas especularam sobre a possível presença de líquidos na superfície de Titã, uma lua que tem uma atmosfera densa, repleta de hidrocarbonetos, e temperaturas da ordem de -180º C.

- Talvez o maior erro tenham sido as especulações sobre a presença de um oceano global, com quilômetros de profundidade. Não há nada disso – disse Robert Brown, da Universidade do Arizona (EUA), principal autor do artigo que foi publicado na revista Nature. – É a primeira observação confirmando que Titã tem um lago na superfície cheio de líquido – disse o chefe da equipe que analisa as imagens da Cassini, lançada em 1997 e a primeira a orbitar Saturno.

Estudando o sistema formado por Saturno e suas luas desde 2004, a Cassini é incapaz de produzir imagens diretas da superfície de Titã, por conta da densa atmosfera do satélite. Cientistas dependem de leituras feitas por radar e ondas infravermelhas para determinar o que há em Titã.

Em janeiro, estudo publicado na Geophysical Research Letters por outra equipe de cientistas apresentou uma estimativa de que Titã contém mais hidrocarbonetos que todas as reservas de petróleo e carvão da Terra. Hidrocarbonetos são matéria orgânica, como as moléculas que compõem o seres vivos.

Brown diz que muito da química que ocorre em Titã poderia ser vista como “precursora de vida”, mas lembra que a vida, como a conhecemos, requer água em estado líquido.

- Embora haja água congelada na crosta de Titã, e até a possibilidade de um oceano subterrâneo, ela não existe como líquido na superfície.

O cientista lembra, no entanto, que já foram propostos esquemas teóricos que permitiriam a presença de vida baseada em hidrocarbonetos líquidos, em vez de água.

- Há a sugestão de que coisas poderiam viver em metano líquido, com processos químicos diferentes da vida terrestre. Não podemos descartar essa hipótese.

Até agora, não era possível saber se eram líquidos ou apenas material sólido escuro. A região mapeada foi o Lago Ontário, na região polar sul.

Fonte: O Globo

Pêlo de “Pé Grande” da Índia é enviado para análise de DNA

Posted Julho 29, 2008 by André Lima
Categories: Notícias

NewsCientistas britânicos que examinaram pêlos encontrados na Índia que pertenceriam ao lendário Yeti, também conhecido como Pé Grande ou abominável homem das neves, enviaram a amostra para exames de DNA em laboratórios diferentes.

Os cientistas afirmaram que a série inicial de exames, com microscópios sofisticados teve resultados inconclusivos.

O especialista em macacos e biólogo Ian Redmond afirmou que os pêlos têm uma “semelhança impressionante” a pêlos coletados pelo alpinista britânico que escalou o Everest, Edmund Hillary.

Redmond disse à BBC que os pêlos coletados na Índia são “potencialmente, muito animadores”.

“Temos muita sorte de os pêlos indianos apresentarem folículos que podem ser identificados, que contém células, então há chances de chegarmos mais perto da verdade”, afirmou.

A BBC recebeu os pêlos de Dipu Marak, que acredita na existência do Yeti e coletou os pêlos em uma floresta densa depois de a criatura ter sido supostamente avistada por um guarda florestal durante três dias seguidos em 2003.

A criatura, que na Índia é chamada de mande burung (ou homem da floresta), teria sido avistada em volta das colinas de Garo, no estado de Meghalaya, nordeste da Índia.

Herbívoro

Dipu Marak afirmou que os pêlos podem fornecer provas da existência de um animal semelhante ao macaco, preto e cinza, cuja altura seria de cerca de três metros.

Marak estima que a criatura pese 300 quilos e acrescenta que o animal seria herbívoro.

Vários relatos de aparições do animal ocorreram durante vários anos, com testemunhas diferentes a oeste, sul e leste das colinas Garo.

E os exames preliminares dos cientistas britânicos não refutam a crença de Marak.

“Agora sabemos definitivamente que estes pêlos não pertencem ao urso negro asiático, não pertencem a um porco do mato e não se parecem com pêlos de várias espécies de símios. Estes pêlos continuam sendo um enigma”, afirmou Redmond.

“Outra coisa que posso confirmar é que, se estes pêlos realmente pertencem a um Yeti, então eles – assim como seres humanos – sofrem de pontas duplas no cabelo!”, brincou o biólogo.

Primatas

Os exames nos pêlos foram feitos na Universidade Brookes de Oxford com microscópios sofisticados, que aumentaram os pêlos em 200 vezes.

Depois de serem ampliados, estes pêlos foram comparados com um banco de dados de outros pêlos coletados por Redmond.

Redmond e a estudiosa de primatas Anna Nekaris conseguiram, depois dos exames, descartar os candidatos mais óbvios a serem os donos dos pêlos.

De acordo com Redmond e Nekaris existem chances de que estes pêlos pertençam a uma espécie desconhecida de primata.

“Há apenas dois anos uma nova espécie de símio foi descoberta no norte da Índia. É perfeitamente possível que existam regiões de selva onde um macaco desconhecido possa existir”, afirmou.

Os dois cientistas lembraram que há pouco tempo uma grande espécie de macaco, já extinta, conhecida como gigantapithecus, percorria a região. Segundo Redmond era uma espécie desconhecida e sem registros de fósseis e a criatura teria uma altura estimada três metros de altura.

Os cientistas afirmam que, se o Yeti existir naquela região da Índia, não é impossível que ele seja algum tipo de descendente da criatura.

Para mais notícias, visite o site da BBC Brasil

Fonte: O Globo

Mutação

Posted Julho 25, 2008 by André Lima
Categories: Ciência, Temas de Episódios

NewsMutação ou aberração cromossômica é qualquer alteração que afete o número dos cromossomos de uma célula. As mutações cromossômicas, geralmente, não originam novas versões de genes, mas contribuem para o aparecimento de novas combinações gênicas.

Características gerais

As mutações podem ser causadas por erros introduzidos durante a cópia do material genético na divisão das células, por exposição a radiação ultravioleta ou ionizante, mutagênicos químicos ou vírus. Pode ainda acontecer deliberadamente sob controle celular durante processos como a hipermutação. Em organismos multicelulares, as mutações podem subdividir-se em mutações na linha germinal, que podem passar aos descendentes, e em mutações somáticas, que não podem ser transmitidas aos descendentes nos animais. As plantas podem por vezes transmitir mutações somáticas aos seus descendentes assexualmente ou sexualmente (se os botões se desenvolverem em partes da planta que sofreram mutações somáticas. Uma mutação nova que não foi herdada de nenhum dos pais é chamada mutação de novo.

Para que haja mutação, é primeiro necessário que ocorra um dano na seqüência de nucleotídeos do DNA. As células possuem um arsenal de mecanismos de reparação do DNA encarregados de anular o possível dano, mas ocasionalmente pode ocorrer uma falha nesses mecanismos (ou o dano é simplesmente irreparável), e as células replicam-se nestas condições. Ainda, as células replicadas com danos no DNA raramente persistem. Apenas uma pequena proporção de células sobrevive carregando os danos genéticos da célula-mãe, passando a apresentar estas novas características: enfim ocorre uma mutação.

Mutações podem ter diversas origens: podem ser ocasionais, tomando parte na pequena probabilidade de erro espontâneo no momento da duplicação do DNA na mitose ou na meiose; podem ser provocados por agentes mutagênicos de origem eletromagnética, química ou biológica; podem ser ainda induzidas em laboratório com o uso intencional destes mesmos agentes sobre organismos vivos. As bactérias são ótimos modelos para estudar mecanismos genéticos, porque além de se reproduzirem rapidamente, têm apenas uma cópia de cada gene. Portanto, qualquer mutação conduz diretamente a uma alteração fenotípica.

Existem vários tipos de mutação. Podem dever-se à substituição de um nucleotídeo: na transição por um do mesmo tipo e na transversão por um doutro tipo – uma purina por uma pirimidina ou vice-versa. Quando não há alteração na seqüência de aminoácidos, a mutação é silenciosa. No entanto, uma alteração na ordem de aminoácidos nem sempre implica uma proteína defectiva. Uma mutação sem sentido acontece quando o codão de terminação aparece cedo demais e se forma uma proteína truncada sem atividade. As deleções e inserções surgem quando há eliminação ou inserção de segmentos de DNA. Segmentos com 1, 2, 4 ou 5 pares de bases alteram o quadro normal de leitura, formando-se proteínas anormais devido a uma mutação defasada.

As mutações atuam de forma crucial na evolução das espécies. As alterações morfológicas, nas quais a teoria da Seleção natural se baseia, se devem a mutações que promovem o surgimento de novas características em uma determinada população, que por um motivo ou outro faz com que seus portadores sejam mais bem sucedidos que seus concorrentes e predecessores. Da mesma forma, mutações que produzem indivíduos menos adaptáveis ao seu meio tendem a ser rapidamente eliminadas por seus concorrentes, já que a probabilidade de um indivíduo menos adaptado reproduzir-se é menor.

Fonte: Wikipedia

Implantes Subcutâneos

Posted Julho 24, 2008 by André Lima
Categories: Olhar Pseudocientífico

Fox MulderAs imagens exibidas nos sites abaixo mostram supostas fotos de pessoas com implantes pós abdução. Veja e tire suas próprias conclusões:

http://zetas.bloguepessoal.com/r1074/Abducoes/

http://br.geocities.com/mistherius/abducao.html

http://www.viafanzine.jor.br/site_vf/ufovia/implantes.htm

http://www.fenomeno.trix.net/fenomeno_ufologia_1_ets-implante.htm

Hoax

Posted Julho 24, 2008 by André Lima
Categories: Olhar Cético

Dana ScullyDá-se o nome de hoax (“embuste” numa tradução literal) a histórias falsas recebidas por e-mail, sites de relacionamentos e na internet em geral, cujo conteúdo, além das conhecidas correntes, consiste em apelos dramáticos de cunho sentimental ou religioso, supostas campanhas filantrópicas, humanitárias ou de socorro pessoal ou, ainda, falsos virus que ameaçam destruir, contaminar ou formatar o disco rígido do computador.

Ainda sim, muitas pessoas acreditam em coisas impossíveis como alguns hoaxes que circulam pela internet. Existem hoaxes de que pessoas pobres farão uma cirurgia e que alguma empresa irá pagar uma determinada quantia em centavos para cada e-mail repassado (também conhecido como correntes).

Fonte: Wikipedia

Existe um site famoso na internet que exibe as grandes fraudes fotográficas descobertas até hoje. Vale a pena visitar
Museum of Hoaxes

Método científico

Posted Julho 24, 2008 by André Lima
Categories: Ciência

Dana ScullyA palavra método vem do grego méthodos, (caminho para chegar a um fim). O método científico é um conjunto de regras básicas para desenvolver uma experiência a fim de produzir novo conhecimento, bem como corrigir e integrar conhecimentos pré-existentes. Na maioria das disciplinas científicas consiste em juntar evidências observáveis, empíricas (ou seja, baseadas apenas na experiência) e mensuráveis e as analisar com o uso da lógica. Para muitos autores o método científico nada mais é do que a lógica aplicada à ciência (Haddad).

Metodologia literalmente refere-se ao estudo dos métodos e, especialmente, do método da ciência, que se supõe universal. Embora procedimentos variem de uma área da ciência para outra (as disciplinas científicas), diferenciadas por seus distintos objetos de estudo, consegue-se determinar certos elementos que diferenciam o método científico de outros métodos (filosófico, algoritmo – matemático, etc.).

O contexto de uma pesquisa

Primeiramente os pesquisadores propõem proposições lógicas ou suposições (hipóteses) para explicar certos fenômenos e observações, e então desenvolvem experimentos que testam essas hipóteses. Se confirmadas, as hipóteses podem gerar leis e teorias. Integrando-se hipóteses de certa área em uma estrutura coerente de conhecimento contribuí-se na formulação de novas hipóteses, bem como coloca as hipóteses em um conjunto de conhecimento maior que são as leis e teorias reconhecidas consensualmente pela comunidade científica e/ou o paradigma de seu tempo.

Outra característica do método é que o processo precisa ser objetivo, e o cientista deve ser imparcial na interpretação dos resultados. Sobre a objetividade o seja, atente às propriedades do objeto e não do sujeito (subjetividade) é conhecida a afirmação de Hans Selye, pesquisador canadense que formulou a moderna concepção de stress: “Quem não sabe o que procura não entende o que encontra” referindo-se a necessidade de formulação de definições precisas (a essência dos conceitos) e que possam ser respondidas com o simples sim ou não. Tanto a imparcialidade (evidência) como a objetividade foram incluídas por René Descartes (1596 – 1649) nas regras lógicas que caracterizam o método científico.

Além disso, o procedimento precisa ser documentado, tanto no que diz respeito à fonte de dados como as regras de análise, para que outros cientistas possam re-analisar, reproduzir e verificar a confiabilidade dos resultados. Assim se distingue os relatos científicos (artigos, monografias, teses e dissertações) de um simples estilo (padrão) ou arquitetura de texto orientados pelo que caracteriza as normas da Retórica ou estudo do uso persuasivo da linguagem, em função da eloqüência.

É comum o uso da análise matemática ou estatística, quando possível, ou aproximação de modelos abstratos (tipos ideais) e categorias de classificação a depender do objetivo da pesquisa (identificar, descrever, analisar) que pode ser basicamente quantitativa ou qualitativa.
A divisão da ciência em áreas ou distintas disciplinas cientificas tem levado a tais adequações da metodologia. É comum a afirmação de que em função da evolução do método cientifico num extremo temos a física e química seguida da biologia e por último as ciências sociais, psicologia e ciências jurídicas quase se aproximando da filosofia e estudo das crenças (senso comum) ou ciências do espírito (sistemas mítico – religiosos).

Contudo pesquisadores contemporâneos vêem nessas duas abordagens uma oposição complementar, enquanto as pesquisas quantitativas visam descrever e explicar fenômenos que produzem regularidades mensuráveis são recorrentes (ou discrepantes) e exteriores ao sujeito (objetivos) na pesquisa qualitativa o observador (sujeito) é da mesma natureza que o objeto de sua análise e, ele próprio, uma parte de sua observação (o subjetivo).

É importante ter em mente que as pesquisas cientificas relacionam-se com um modelo (paradigmático) ou uma constelação de pressupostos e crenças, escalas de valores, técnicas e conceitos compartilhados pelos membros de uma determinada comunidade científica num determinado momento histórico.

Fonte: Wikipedia

Contra a navalha de Occam

Posted Julho 24, 2008 by André Lima
Categories: Ciência, Olhar Pseudocientífico

Fox MulderWalter Chatton, contemporâneo de Ockham, afirmava que “se três entes não forem suficientes para verificar uma afirmação acerca de algo, então uma quarta deve ser acrescentada, e assim por diante”.

Leibniz (1646-1716), Kant (1724-1804), Karl Menger (século XX) também discordaram da navalha de Occam.

Leibniz afirmou que “a variedade de seres não pode ser diminuída”.

Menger formulou a lei contra a avareza, segundo a qual “as entidades não podem ser reduzidas até ao ponto da inadequação”, e “é inútil fazer com pouco o que requer mais”…

Obviamente nenhuma destas afirmações contraria realmente o sentido da Navalha de Occam, mas servem antes como alerta contra o excesso de zelo na aplicação do princípio. Deve-se eliminar o superfluo mas apenas isso.

Fonte: Wikipedia

Navalha de Occam (ciência)

Posted Julho 24, 2008 by André Lima
Categories: Ciência, Olhar Cético

Dana ScullyEste princípio foi adotado pelo que viria a ser conhecido como método científico. É uma ferramenta lógica que permite escolher, entre várias hipóteses a serem verificadas, aquela que contém o menor número de afirmações não demonstradas, o que facilita a verificação da teoria, constituindo assim um dos pilares do reducionismo em ciência.

Ao longo da história da ciência a navalha de Occam foi usada de diversas formas. Uma delas consiste na escolha da teoria mais simples para explicar um fenômeno, como na escolha da teoria do eletromagnetismo de Einstein em lugar da teoria do éter luminoso.

Como princípio matemático, a navalha de Occam foi aplicada pelo matemático soviético Andrei Nikolaevich Kolmogorov para definir o conceito de sequência aleatória, criando a área que ficou conhecida como complexidade de Kolmogorov.

A navalha de Occam é antecessora do chamado princípio KISS, Keep It Simple, Stupid ou em português “mantenha isso simples, estúpido” uma vulgarização da máxima de Albert Einstein de que “tudo deve ser feito da forma mais símples possível, mas não mais simples que isso”, também expressa por Antoine de Saint Exupéry como: “a perfeição não é alcançada quando já não há mais nada para adicionar, mas quando já não há mais nada que se possa retirar”.

Fonte: Wikipedia

Navalha de Occam

Posted Julho 24, 2008 by André Lima
Categories: Ciência, Olhar Cético

Pistoleiros SolitáriosA Navalha de Occam ou Navalha de Ockham é um princípio lógico atribuído ao Lógico e frade Franciscano inglês William de Ockham (século XIV). O princípio afirma que a explicação para qualquer fenómeno deve assumir apenas as premissas estritamente necessárias à explicação do fenómeno e eliminar todas as que não causariam qualquer diferença aparente nas predicções da hipótese ou teoria. O princípio é frequentemente designado pela expressão latina Lex Parsimoniae (Lei da Parsimónia) enunciada como:”entia non sunt multiplicanda praeter necessitatem” (as entidades não devem ser multiplicadas além da necessidade). Esta formulação é muitas vezes parafraseada como “Se em tudo o mais forem idênticas as várias explicações de um fenómeno, a mais simples é a melhor”. O princípio recomenda assim que se escolha a teoria explicativa que implique o menor número de premissas assumidas e o menor número de entidades. Originalmente um princípio da Filosofia Reducionista do Nominalismo, é hoje tido como uma das máximas heurísticas (regra geral) que aconselha economia, parcimónia e simplicidade, especialmente nas teorias científicas.

Fonte: Wikipedia