Você conhece os extremófilos? Não são muito conhecidos, mas são a prova concreta de que a vida não precisa de oxigênio, muito menos de temperatura em torno de 20º Celsius e ainda menos de uma pressão confortável. Imagine um ambiente onde a temperatura está sempre em torno de 100º, não há oxigênio, luz e a pressão é esmagadora. Bem vindo ao lar doce lar dos extremófilos, as bactérias extremas do planeta Terra, que tem muito a nos ensinar sobre vida extraterrestre.
Qual a primeira coisa que alguém alega quando não acredita em vida extraterrestre? Oxigênio. Já provou-se inúmeras vezes e a natureza nos dá vários exemplos de que o oxigênio não é fundamental a todas as formas de vida. Os extremófilos são arqueobactérias, seres vivos que quase não mudaram desde que surgiram, nos primórdios do planeta Terra, quando este em nada se parecia com o atual. O mais impressionante nessas bactérias é sua capacidade (para mim nada impressionante) em viver em condições nas quais seria impossível nós vivermos. Podem ser encontradas em volta das chaminés marinhas, estruturas vulcânicas onde a temperatura passa facilmente de 100º Celsius, com pH muito baixo e, devido a profundidade, altíssima pressão, muitas vezes superior a 200 atm, como também podemos encontrá-las enterradas fundo na rocha bruta, se alimentando da própria pedra. Em uma escavação, perto de Washington, nos Estados Unidos, cientistas encontraram uma comunidade dessas bactérias (Bacillus infernus) vivendo dentro das rochas, a 2000 metros de profundidade.
Há vários tipos de extremófilos, um mais impressionante que o outro. Os Hipermetófilos adoram uma água quentinha, por volta de 100º, 150º Celsius. Já os Halófilos extremos vivem em habitats onde a concentração de sal (NaCl) pode ultrapassar 30%. Podemos encontrá-las em lugares antes considerados inóspitos, como o Mar Morto. Os Acidófilos vivem em lagos onde o pH varia de 0,1 a 4, enquanto os Alcalófilos adoram um pH acima de 10. Os Psicrófilos vivem em temperaturas abaixo de 0º Celsius. Os Hipólitos vivem em rochas, os Metatolerantes conseguem viver em ambientes com altas concentrações de metais pesados, os Radioresistentes suportam radiação extrema e por aí vai…
Um corretor de imóveis galáctico teria uma imensa gama de terrenos à venda no sistema solar para os extremófilos. Io, um satélite de Júpiter, ligeiramente maior que a Lua, seria um paraíso. Lá a atividade vulcânica é constante, dando uma aparência de pizza ao satélite, devido aos vulcões e as altas concentrações de enxofre. Mas se o cliente preferir um ambiente um pouco mais fresco, com lagos de metano à vontade, pode escolher Titã, a maior lua de Saturno. Lá podemos encontrar muitos lagos de metano líquido. Sua atmosfera tem 95% de nitrogênio, uma concentração confortável. Fora do sistema solar, só a exploração poderá nos contar que mundos iremos encontrar.
Podemos quase dizer que os extraterrestres já estão entre nós, ou melhor, estão abaixo de nós. Se a vida no nosso planeta se desenvolveu a partir de bactérias consumidoras de oxigênio, numa temperatura de 20º, 30º, nada impede que em algum planeta a vida tenha se desenvolvido de bactérias extremófilas, e onde os seres estão habituados a respirar nitrogênio, nadar no metano, viver a -150º Celsius ou curtir um verão de 300º Celsius. A exploração espacial ainda está engatinhando, assim como as pessoas, que devem para de olhar para si e para seu oxigênio e imaginar, ou melhor, entenderem que a vida é algo comum em todo Universo, porque se estivéssemos sozinhos, o Universo seria um grande desperdício de espaço.
Fonte:
http://eduardolwds.blogspot.com/2007/11/extremfilos-exemplos-de-como-vida.html
BERLIM – Uma equipe de escavação descobriu em Pömmelte (leste da Alemanha) um novo lugar de culto pré-histórico, similar ao que se encontra em Stonehenge (Inglaterra), mas composto por estruturas de madeira de 4.250 anos. O jornal “Der Spiegel” informou que foi a primeira jazida de culto destas características e original da Idade de Bronze descoberta até agora na Europa continental.
Mulder e Scully unem-se a uma inspetora da Scotland Yard para proteger uma importante família inglesa em visita aos EUA, cujos membros têm sido vítimas de casos de combustão espontânea. Mulder encontra uma ex-namorada e grande amor. Scully demonstra algum desconforto com sua presença. Telefona para Mulder na hora “H”.
Em 1993 foi enviada a Marte uma sonda (Mars Observer) para oficialmente estudar, catalogar e cartografar diversas áreas do planeta vermelho.
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